
Fomos passar a semana santa em Aracaju, para finalmente ver a família.
Ainda não tinha ido lá esse ano.
Saimos daqui na madrugada da terça e chegamos lá no início da quarta num vôo bem tranquilo e sem qualquer atraso, mesmo com toda aquela confusão com vôos e etc.
Mal chegamos e já estávamos nos coçando para ver a família, os amigos, ir nas festas, praia, etc. Mas, como era madrugada, fomos para casa dormir, afinal o dia tinha sido puxado, com trampo, pós, viagem, etc.
Acordei relativamente cedo, 11h, e fui falar direito com meus pais, saber as novidades, contar algumas coisas. Depois fomos visitar as obras de finalização do novo apartamento deles, que está um absurdo de sensacional. Gigantesco. Mas não sei se ele é esse absurdo mesmo ou nós é que acostumamos com o tamanho dos cubículos que podemos pagar no Rio.
Enfim, é muito grande.


Daí é que fui ver a galera.

Passei na Base, Insight e no estúdio de Accioly e vi boa parte, já.

O feriadão quase todo foi passando um tempo com minha família, vendo o povo, surfando e bebendo. Ruim, né? E como é bom ter amigos. Essa é uma das hora em que os amigos mostram boa parte de seu valor.

Sábado, 7, foi meu aniversário e estava tudo certo para ir numa rave à noite.



Comecei o dia almoçando com meus pais, minha irmã e Marília, depois fomos (eu e Marília) beber umas cervejas com Germano e Renatinha, um casal de amigos muito show de bola, num barzinho bem simples na beira de um rio lá em Matapuã, um povoado colado em Aracaju. Muito bom ter ido, sensacional.








De lá, chácara de outro amigo, ali bem pertinho. E mais birita, claro. Tava um outro grupo de amigos. Ficamos algumas horas, bebemos um bocado e fomos pra casa descansar um pouco pra ir na rave.



Mas quando chego em casa, encontro novamente Andre, amigo de infância, lá embaixo do prédio e resolvemos matar mais umas cervejas. Voltei pra casa já ‘legal’, e lá fui tomar banho e trocar de roupa pra ir na rave.
Antes demos uma passada em outra casa de eventos, chamada Etnia, mas não é muito o nosso perfil, então nem entramos e fomos embora.
A rave foi um espetáculo. Lotada de amigos, todo mundo em paz, se divertindo numa boa, uma energia positiva e camaradagem sem igual.
Estavam muitas das melhores companhias que se pode ter, amigos de infância, dos trabalhos, das farras, etc.
Mas essa rave não foi uma festinha qualquer.
Foi onde eu vi o poder da presença, a consideração aos amigos. Nenhum desses amigos sequer parou para pensar se podia ou não ir na rave, simplesmente foram, por consideração a mim. Dentre esses, muitos nunca tinham ido numa festa eletrônica e nem ao menos gostam! Outros nem podiam ir, mas foram.
Fora a quantidade de abraço, de elogio, de presentinhos, de desejos de um futuro ainda melhor. Tem como ter aniversário melhor?

É fácil perceber que sou um babão, que sou fã de meus amigos e tal. Mas uma coisa é certa, eu só sou babão porque tenho uma família e amigos espetaculares.
Vocês são MUITO foda, obrigado demais, demais.
A todos.